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terça-feira, 27 de junho de 2017

Hino raiz acompanhado com acordeon

De olho em Israel " O Relógio de Deus" - “mudem as embaixadas para Jerusalém”

Israel faz apelo ao mundo “mudem as embaixadas para Jerusalém”
A visita do presidente dos EUA, Donald Trump, a Israel ocorrerá entre os dias 22 e 23 de maio. Muito tem se especulado se ele anunciará a mudança da embaixada americana para Jerusalém, cumprindo uma promessa de campanha. O gesto é muito mais que uma decisão administrativa, ele afeta toda a política externa em relação ao Oriente Médio.
Assim que a UNESCO aprovou outra resolução contra Israel, afirmando que o país não tem soberania sobre sua capital e chamando-a de “território ocupado” o governo israelense reagiu.
Na mesma data que a ONU assinava o documento – 2 de maio – Israel comemorava os 69 anos de sua independência. Considerando o documento uma afronta, o presidente Reuven Rivlin fez um apelo público.
“É chegado o momento de acabar com este absurdo e reconhecer Jerusalém como a capital”, insistiu, pedindo a transferência de todas as representações diplomáticas no país.
O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, também presente na celebração, reforçou o pedido, classificando como absurdo o gesto da agência especializada da ONU.
“Ainda existe uma brecha entre as nossas relações bilaterais, em expansão e crescimento, e a diplomacia multilateral”, observou, acrescentando desejar que essa brecha desapareça, pediu: “Mudem as vossas embaixadas para Jerusalém, a eterna capital do povo judeu durante 3.000 anos”.
Até o momento nenhum país deu indícios que fará isso. A Rússia é o único país a reconhecer oficialmente Jerusalém como capital de Israel. No mês passado, o Kremlin divulgou a decisão, fazendo a ressalva que se referia à porção Ocidental e que não tem planos de mudar sua embaixada.
Em breve Israel comemorará o 50º aniversário da unificação da cidade, desde que a porção oriental foi retomada da Jordânia durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Na semana passada, durante um evento político, Netanyahu voltou a fazer um apelo público para que os Estados Unidos, como seus grandes aliados, deem o exemplo.
Por causa das decisões da ONU, o reconhecimento de Jerusalém está condicionado a um acordo entre israelenses e palestinos, que reivindicam a porção Oriental como sua.
Estranhamente, Jerusalém possui consulados-gerais, que na prática funcionam como embaixadas, mas para lidar com a Autoridade Palestina!
Além dos Estados Unidos, em Jerusalém ocidental ficam as representações diplomáticas de França, Itália e Grécia. Outras cinco – Reino Unido, Turquia, Bélgica, Espanha e Suécia – estão em Jerusalém Oriental. A União Europeia e a Santa Sé também possuem escritórios de representação em Jerusalém Oriental.
Nenhum dos países que possuem esses consulados de fato em Jerusalém reconhece a soberania israelense sobre a cidade. Consequentemente, suas embaixadas oficiais permanecem em Tel Aviv.
Polêmica antiga
Desde a fundação do Israel moderno, em 1948, a maioria das embaixadas ficava em Jerusalém. Contudo, o cenário político internacional contrário a Israel começou a tomar a forma atual após a aprovação da Resolução 478 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, assinada em agosto de 1980.
Ela exigia que os países membros da ONU movessem as representações diplomáticas para Tel Aviv, já que Jerusalém passava a ser considerada uma “cidade internacional”, questionando a soberania do governo israelense sobre ela.
As recentes decisões da Organização das Nações Unidos para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) passaram frontalmente a negar a soberania de Israel sobre seus lugares santos, bem como Jerusalém. Em 2 de maio a Resolução da 201ª sessão foi proposta por países muçulmanos e aprovada pela maioria dos votos, incluindo o Brasil.
Atualmente existem 87 embaixadas estrangeiras em Tel Aviv, embora Jerusalém seja a capital. O Knesset [Congresso], a sede dos Ministérios, o Supremo Tribunal e a residência do primeiro-ministro estão baseados em Jerusalém.
Jesus está voltando! Rosa Dias
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De olho em Israel "O Relógio de Deus" - Deus está nos chamando

Deus está nos chamando
Esse movimento que aumentou a população do país em mais de 700% não tem paralelos na história. Para os estudiosos, representa o cumprimento do que Isaías, Jeremias e Ezequiel anunciavam em suas profecias.
Um dos ministérios cristãos que trabalha para ver isso se cumprir é o “Operation Exodus” [Operação Êxodo], que ajuda judeus a voltarem para Israel. A presidente do ministério, Debra Minotti, explica por que isso é importante: “Vemos muitas vezes dito em Isaías: ‘Vou levantar um estandarte para as nações’, isto é, para os gentios. Eles devem trazer seus filhos e filhas de volta”.
Ainda de acordo com Minotti, muitos dos que voltam para Israel afirmam: “Deus está nos chamando de volta para nossa terra”.
Com o crescimento do antissemitismo no mundo, espera-se que um número cada vez maior de judeus regresse para Israel.
No último ano, o número de agressões aos judeus na Alemanha aumentou 50%, enquanto a Grã-Bretanha mostrou um aumento de 62%, já nos EUA houve 42% registros a mais, sobretudo nos campi universitários.
O rabino Berel Lazar emitiu um alerta, pedindo que todos os judeus da França saiam do país, pois acredita que haverá uma grande onda de perseguição dependendo do resultado das eleições presidenciais.
Brasil está contra Israel na ONU e isso traz maldição ao país, alerta pastora
Desde que o presidente Michel Temer assumiu o cargo, em abril de 2016, várias medidas foram tomadas pelo seu governo que se distanciavam da política praticada durante os 13 anos que tivemos o Partido dos Trabalhadores no comendo do país.
Contudo, a postura contra Israel da chancelaria continua a pleno vapor, ainda que isso não seja tratado abertamente. Nas últimas votações nas Nações Unidas, a opção foi ficar ao lado dos países muçulmanos que usaram a UNESCO para passar uma resolução negando a ligação histórica do Monte do Templo com Israel. A moção foi apresentada por países árabes que apoiam a causa palestina, incluindo Egito, Marrocos, Argélia, Líbano, Omã, Catar e Sudão.
A resolução votada em outubro de 2016, associa somente nomes muçulmanos aos locais sagrados da Cidade Antiga. Vinte e quatro países-membros assinaram o documento, incluindo o Brasil. A decisão do Brasil foi votar favoravelmente à resolução, mesmo considerando o texto “inadequado”.
Recentemente, o novo ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, recebeu lideranças evangélicas, os quais solicitaram a que o Brasil busque “mais equilíbrio e imparcialidade” nas votações.
A nova reunião da UNESCO está marcada para o dia 2 de maio, em Genebra. Segundo o governo de Israel, em documento divulgado nesta sexta-feira (28), “O comitê executivo da UNESCO deve votar outra decisão política, declarando como ilegal tudo o que Israel realiza em Jerusalém, com referência a todas as decisões passadas, como aquelas que negam a conexão entre o povo judeu e Jerusalém”.

O estado judeu está comemorando dia 24 de maio a reunificação de Jerusalém, cuja porção Oriental era dominada pela Jordânia. Após a Guerra de 1967, toda a cidade voltou para o controle de Israel, com exceção do Monte do Templo.
Jesus está voltando - Rosa Dias
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De olho em Israel "O Relógio de Deus" - “Mancha na humanidade”

Presidente de Israel  diz que perseguição aos cristãos é “mancha na humanidade”
O presidente de Israel Reuven Rivlin disse que a perseguição aos cristãos é “uma mancha na humanidade”. Durante um encontro com o chefe do Patriarcado Latino de Jerusalém, o Patriarca Ortodoxo Grego e outros líderes cristãos, o governante analisou a situação dos cristãos no Oriente Médio.
Rivlin lembrou dos ataques recentes de grupos extremistas como o Estado Islâmico contra os coptas na Península do Sinai, Egito, bem como repetidos ataques na Síria e no Iraque.
“Eu digo a vocês aqui, nossos irmãos cristãos de Jerusalém, estamos com vocês neste momento difícil”, asseverou o presidente. “Todos nós vimos as fotos da Síria. Visitei alguns dos feridos que estavam sendo tratados em hospitais israelenses. O que aconteceu lá com a comunidade cristã – e com todo o país – é uma mancha em toda a humanidade “, sublinhou.
Ele enfatizou que o povo judeu “sabe melhor que qualquer outro o que significa orar com medo, e sofrer com terrorismo”. Fez um juramento que Israel “sempre protegerá sua liberdade de culto, sua segurança e a segurança de seus locais sagrados”.
Acrescentou que “isso continua tão verdadeiro hoje quanto era há quase 70 anos, quando declaramos nossa independência”. Finalizou dizendo que “Dentro das antigas muralhas de Jerusalém, podemos celebrar juntos as nossas religiões, podemos ver as nossas comunidades crescerem e – nas pegadas do passado – construir juntos um futuro compartilhado”.
O administrador Apostólico do Patriarcado, Pierbattista Pizzaballa, comemorou as declarações de Rivlin, dizendo: “Agradecemos sua solidariedade e palavras claras para com os cristãos”.
O Patriarca Ortodoxo Grego Teófilos III observou que “no mundo atual, cheio de confusão e perigo, a Terra Santa é o único lugar onde as pessoas podem se refugiar. Isso ficou claro nestes dias santos [Páscoa] quando recebemos milhares de peregrinos vindos do Oriente e do Ocidente”.

Israel é o único país do Oriente Médio onde não há perseguição aos cristãos. Com informações United with Israel
Jesus está voltando! Rosa Dias
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De olho em Israel "O Relógio de Deus" - Trump visita a Israel

Trump visita a Israel, anunciando “paz e segurança”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou nesta segunda-feira (22) a Israel, onde se encontrou com o chefe de Estado israelense, Reuven Rivlin, e o premiê, Benjamin Netanyahu.
Há uma grande expectativa que ele faça anúncios para um acordo de paz no Oriente Médio.  “Estamos diante de uma oportunidade pouco comum para trazer segurança e estabilidade à região. Para criar harmonia, prosperidade e paz”, destacou Trump logo em sua chegada ao aeroporto de Ben Gurion. Ele permanecerá cerca de 28 horas no país, visitando Jerusalém e indo a Belém falar com a Autoridade Palestina.
No primeiro discurso, lembrou que o Estado judeu é “uma terra rica em história” e que “construiu uma das grandes civilizações do mundo, uma nação próspera”. Reforçou que ama o país e que sua visita tem como objetivo “reafirmar o laço inquebrantável entre EUA e o Estado de Israel”. Aproveitou para fazer uma referência ao Holocausto, assumindo um compromisso para que nunca se repita “o horror do último século”.
O bilionário tem judeus em sua família – a filha Ivanka de converter após casar com Jared Kushner –  e reforçou sua esperança de que, “no futuro, os moradores da região viverão em paz”, e as crianças poderão “crescer livres do terrorismo e da violência”. “Amamos Israel, respeitamos Israel. Estamos com vocês”, encerrou.
Trump fez uma visita histórica ao Muro das Lamentações, local mais sagrado do judaísmo, onde colocou pedidos de oração entre as pedras, um gesto de reverência ao local que as Nações Unidas tentam retirar do controle de Israel, alegando ser um lugar santo do islamismo.

Mencionando sua visita à Arábia Saudita no domingo, Trump afirma que lá encontrou “novos motivos para a paz” e fez alianças para a luta “contra o terrorismo e a ideologia do mal” entre os líderes do mundo árabe e muçulmano.
A visita do presidente dos Estados Unidos Donald Trump a Israel na próxima semana poderá trazer grandes mudanças para o país, e afetar as negociações de paz entre israelenses e palestinos.
O novo embaixador dos EUA David Friedman, assumiu o posto essa semana e sua primeira ação pública visitar o Muro das Lamentações. Ele já declarou ser favorável à decisão de seu país mudar a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém. Jurista de formação, Friedman é conhecido por suas posições conservadoras em defesa de Israel.
O secretário de Estado Rex Tillerson afirmou que Trump ainda está avaliando se transferir a embaixada para Jerusalém “ajuda ou atrapalha” o processo de paz. Os israelenses obviamente responderam que ajuda, mas para os palestinos isso seria uma afronta.
Esse é um dos muitos sinais de que a passagem de Trump pelo país poderá ter grandes consequências. Antes mesmo do início da viagem, ele avisou que buscará “unir povos de todas as religiões”.
Outro fato que chamou atenção foi a declaração de um membro sênior da comitiva que prepara a visita de Trump a Israel junto com as autoridades locais. Ele afirmou aos agentes de segurança israelenses: “o Muro das Lamentações não é seu território, pois é parte da Cisjordânia, reservada aos palestinos pelas Nações Unidas”.
Essa fala repercutiu fortemente na mídia israelense e comprovou que Trump visitará o Monte do Templo, local que está no centro da disputa entre Israel e a Palestina.
A reação da Casa Branca ao incidente mostra claramente a postura dos EUA. O governo emitiu uma retratação: “Esses comentários sobre o Muro das Lamentações não foram uma comunicação autorizada e não representam a posição dos Estados Unidos e certamente não a do presidente”, divulgou o Times of Israel.
Foi feito um pedido que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu acompanhe Trump nessa visita, mas a delegação norte-americana rejeitou a solicitação, alegando que seria algo “privado”. Se confirmado será algo histórico: a primeira visita de um presidente norte-americano ao local mais sagrado para os judeus. Outros presidentes já estiveram no local, mas não quando estavam no exercício do cargo.
A Waqf, autoridade islâmica que tem o controle do monte proíbe que judeus e cristãos façam orações no local.
Jesus está voltando! Rosa Dias
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De olho em Israel "O Relógio de Deus" - A detruição do segundo templo

Arqueólogos revelam detalhes sobre a batalha que destruiu o Segundo Templo
Israel comemora esta semana os 50 anos desde sua reunificação. Enquanto as Nações Unidas tentam negar o vínculo histórico do Estado judeu com sua capital, novas evidências arqueológicas são reveladas, agora pela Autoridade de Antiguidades de Israel e pela Autoridade de Natureza e Parques sobre a batalha ocorrida na cidade há 2.000 anos.
Na rua principal, que levava dos portões da cidade e do Tanque de Siloé até o Templo, foram encontradas pontas de flechas e bolas de pedra. Esses artefatos ajudam a detalhar como ocorreu a última batalha entre o exército romano e os rebeldes judeus, que mantinham barricadas dentro da cidade.
As escavações, realizadas nos últimos anos graças ao financiamento da Sociedade Cidade de Davi, mostram um pouco como foi o confronto que resultou na destruição de Jerusalém. Ela ecoa a descrição do historiador Flávio Josefo, um judeu romano que registrou o que testemunhou quando a cidade e o Templo foram totalmente destruídos no ano 70 d.C.
Segundo os diretores da escavação, Nahshon Szanton e Moran Hagbi, “as descrições de Josefo sobre a batalha na cidade baixa foram comprovadas pela primeira vez ‘de forma clara e assustadora’”. Por exemplo, bolas de pedra iguais às encontradas agora, eram lançadas por catapultas contra Jerusalém durante o cerco romano.
Já as pontas das flechas usadas pelos rebeldes judeus nas batalhas contra os legionários romanos, se encaixam perfeitamente nos relatos escritos por Josefo dois milênios atrás.
Uma parte dessa grande rua, medindo cerca de 100 metros de comprimento por 7,5 metros de largura, foi exposta pelas novas escavações. Ele é pavimentada com grandes lajes de pedra conforme o costume das grandes construções em todo o Império Romano.
O material divulgado pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) dá conta que, até agora, essas escavações arqueológicas reforçam o entendimento de que Herodes, o Grande não foi o único responsável pelos grandes projetos de construção de Jerusalém no final do período do Segundo Templo.
A IAA explica que suas pesquisas recentes revelaram que a rua foi construída após o reinado de Herodes, apoiada pelos procuradores romanos de Jerusalém, possivelmente ainda durante o mandato do governador romano Pôncio Pilatos, o mesmo que condenou Jesus à morte na cruz.
Szanton e Hagbi declararam que “Esta conclusão lança uma nova luz sobre a história de Jerusalém no final do período do Segundo Templo, e reforça o reconhecimento da importância da autoridade dos procuradores romanos na formação de Jerusalém”.
“Dois mil anos após a destruição de Jerusalém e 50 anos após sua libertação, voltamos às cisternas de água, ao mercado e à praça da cidade que estavam aqui na véspera da sua destruição”, sublinham.
O Dr. Yuval Baruch, arqueólogo Autoridade de Antiguidades de Israel responsável pelas escavações em Jerusalém, disse que eles continuarão recuperando essa rua pelos próximos cinco anos.

“Na verdade, podemos dizer que essas escavações de agora na Cidade de Davi, são uma continuação natural das escavações arqueológicas anteriores realizadas neste local, iniciadas no passado por especialistas europeus e americanos. Uns quatro anos atrás as escavações arqueológicas foram renovadas ao longo da rua, visando expor a totalidade de seu comprimento e largura. Quando as escavações terminarem, o que restou da rua será preservado e poderá servir como local turístico, recebendo dezenas de milhares de visitantes para andarem sobre ela”, encerrou. Com informações Christian Today
Jesus está voltando! Rosa Dias
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De olho em Israel "O Relógio de Deus"- Sacerdócio bíblico

Sacerdócio bíblico pode ser estabelecido através do DNA
Um influente rabino israelense está chamando atenção com sua defesa que o sacerdócio bíblico pode ser restabelecido em Israel através da genética. Essa seria a “chave” para a reconstrução do Templo.
“A genética conecta o judaísmo moderno à Bíblia, confirmando 3.000 anos de tradição judaica”, explicou o rabino Yaakov Kleiman. “É um testamento incrível da aliança de Deus com o povo judeu. Apesar dos mais de 2.000 anos de exílio, mantivemos nossa religião, nossos costumes, nossa Torá e nossa identidade genética”, assegura.
Kleiman abriu o Centro para Kohanim [sacerdotes] em Jerusalém há nove anos. Também usou suas pesquisas para escrever um livro sobre como o DNA dos sacerdotes pode ser detectado.
Na tradição bíblica, somente os membros da tribo de Levi e descendentes de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel, podem ser responsáveis pelo serviço no Templo. Contudo, para a maioria dos judeus a ideia de tribo foi perdida.
O argumento usado pelo rabino só começou a ser comprovável nos últimos 20 anos, quando pesquisadores israelenses descobriram que um cromossomo Y funciona como “marcador genético” passado de pai para filho. Ele indica que há uma ascendência comum para judeus que poderia provar serem descendentes dessa classe sacerdotal.
“De acordo com a profecia, haverá um Terceiro Templo, e quando ele estiver de pé, precisaremos identificar os sacerdotes”, disse Kleiman. “Os sacerdotes são mão de obra essencial do Templo. Sem eles, é um edifício vazio”.
Para reforçar seu argumento, ele cita passagens bíblicas como Números 25:13 e Ezequiel 44:15.
O estudioso diz que mesmo entre os descendentes de Levi haveria diferenças de DNA. “Dos vindos de Levi você esperaria encontrar os mesmos marcadores genéticos, mas não há a mesma porcentagem do grupo J, o marcador genético que comprova que os judeus se originaram no Oriente Médio”, sublinha.
Contudo, o rabino reconhece que a genética não da palavra final. De acordo com Malaquias 3:23, o profeta Elias aparecerá diante do Messias para esclarecer quem é um sacerdote e quem não é, e a tribo a que cada judeu pertence.

“Quando Elias chegar, se ele pedir informação sobre DNA, ficaremos felizes em oferecê-la a ele”, brincou Kleiman. “Mas ele provavelmente determinará tudo a partir de uma fonte mais elevada.” Com informações WND

Jesus está voltando! Rosa Dias
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De olho em Israel "O Relógio de Deus"- Arqueologia de alimentação

Arqueologia revela o que as pessoas comiam nos tempos de Jesus
A população de Jerusalém nos dias de Jesus mantinha a dieta prescrita na Bíblia e comiam principalmente carne de ovinos, enquanto gado e galinha eram bem menos comuns. Os   arqueólogos da Universidade de Tel Aviv encerraram este mês a pesquisa mais ampla já realizada sobre o tema.
Durante mais de três anos, eles investigaram o que seria um antigo “lixão” na área conhecida como Cidade de Davi, usado dois mil anos atrás, nos tempos em que Jesus pregava pela cidade.
Liderada por Abra Sapiciarich e com supervisão dos doutores Yuval Gadot e Lidar Sapir-Hen, o relatório da escavação foi publicado pela Revista Científica do Departamento de Arqueologia da Universidade de Tel Aviv.
Gadot revela que o material estava em um terreno distando cerca de 800 metros do monte do Templo. O lixo jogado no local mostra os hábitos durante a ocupação romana. Havia mais de 12 mil ossos, dos quais 5000 foram identificados e analisados.
Eles comprovam que a dieta era kasher, observando as orientações do livro de Levítico, basicamente a mesma que os judeus praticantes seguem até hoje. “Não encontramos nenhum osso de porco ou restos de conchas [ambos proibidos] e descobrimos que 70% a 80% dos ossos eram de ovelha ou cabra.”, afirma Gadot ao Jerusalem Post.
“Você também pode ver pelas marcas nos ossos como eles foram mortos”, ou seja, seguindo a forma ritual kasher.
“Foi uma surpresa não encontrarmos restos de ossos de pombos, embora saibamos que eles eram criados em larga escala na cidade”, enfatizou. “Em outros depósitos de lixo antigos pertos do monte do Templo, pesquisas anteriores encontraram muitos deles, o que comprovam que nunca foram parte da alimentação, sendo usado apenas para os sacrifícios no Templo”.
Gadot ressalta que os judeus do tempo de Jesus não comiam apenas carne, uma vez que os arqueólogos encontraram uma grande quantidade de frutas, vegetais e grãos, incluindo muitos figos, tâmaras, trigo e cevada. Uma análise mais profunda sobre isso será feita a partir de agora.
Um aspecto que chamou atenção da equipe é o fato do corte ingerido pela população revelar que a maioria era “classe média”. “As melhores partes dos animais não eram consumidas, mostrando que não eram nem ricos nem muito pobres. As marcas distintivas indicam que os animais eram mortos no mesmo lugar, provavelmente um matadouro dentro de Jerusalém.
A pesquisa sobre os hábitos dos antigos moradores de Jerusalém, permite aprender sobre o seu modo de vida.  Além de restos de comida, o aterro possuía moedas e pedaços de cerâmica. Todas essas peças foram enviadas para o laboratório da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Esse tipo de achado possui um significado especial no momento em que a UNESCO, seguindo uma tentativa de revisionismo histórico liderado pelos palestinos, tenta mostrar que os judeus não possuem ligações históricas com Jerusalém. O tipo de alimentação e a maneira como ela era preparada [kasher] é só mais uma prova inequívoca que a região era habitada por judeus observantes das leis religiosas da Torah.
Jesus esta voltando! Rosa Dias
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De olho em Israel 'O Relógio de Deus"- Plantas do Terceiro templo estão quase prontas

Plantas do Terceiro templo estão quase prontas
O rabino Richman, diretor do Departamento Internacional do Instituto do Templo, afirma que os judeus estão empenhados em reconstruir o Templo em Jerusalém.
Há 50 anos, o comandante da Brigada israelense, o coronel Motta Gur, liderou a reconquista do complexo do Monte do Templo, então nas mãos da Jordânia. Após a captura, no final da Guerra dos Seis Dias, em 1967, ele anunciou publicamente: “O Monte do Templo está em nossas mãos! O Monte do Templo está em nossas mãos!”
Esse anúncio teve grande impacto sobre os judeus de todo o mundo, por que aquele era o local onde o rei Salomão havia edificado o primeiro templo, a morada de Deus! Anos mais tarde ele seria destruído pelos babilônicos. Nos dias de Jesus um segundo templo já fora construído com patrocínio do Rei Herodes, o Grande, mas acabou derrubado no ano 70 pelas tropas romanas liderados pelo general Tito.
Recuperar o complexo onde está o Kotel, mais conhecido como Muro das Lamentações, significava que os judeus poderiam erguer finalmente o seu terceiro templo. Para alguns ramos do judaísmo, esse e um forte sinal da vinda do Messias.
“Seria difícil, acredito, não ver o que aconteceu nos últimos 50 anos como um tremendo salto – não apenas o cumprimento da profecia – mas tremendo avanço no judaísmo”, disse Richman.
“É mais do que profético. É como um beijo do Céu, um beijo divino. É como um contato íntimo com a realidade da compaixão e do amor de Deus. Ele cumpre suas promessas”, comemora.
Ele reiterou que o Instituto está trabalhando na finalização das plantas do novo templo. “Hoje, há um lobby no Knesset [parlamento de Israel] e os congressistas debatem constantemente sobre os direitos dos judeus voltarem a orar no Monte do Templo”, sublinha Richman.

“Há membros do Knesset falando sobre a necessidade de reconstrução do Templo Sagrado. Você percebe que há 20 anos isso era impensável? Ninguém daria um momento sequer no horário nobre da televisão para falar essas coisas. Eles seriam ridicularizados!”. Com informações Christian Headlines
Jesus está voltando! Rosa Dias 
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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Fantoche Eloá

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Mara Lima Igrejinha Humilde