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terça-feira, 27 de junho de 2017

De olho em Israel "O Relógio de Deus" - Trump visita a Israel

Trump visita a Israel, anunciando “paz e segurança”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou nesta segunda-feira (22) a Israel, onde se encontrou com o chefe de Estado israelense, Reuven Rivlin, e o premiê, Benjamin Netanyahu.
Há uma grande expectativa que ele faça anúncios para um acordo de paz no Oriente Médio.  “Estamos diante de uma oportunidade pouco comum para trazer segurança e estabilidade à região. Para criar harmonia, prosperidade e paz”, destacou Trump logo em sua chegada ao aeroporto de Ben Gurion. Ele permanecerá cerca de 28 horas no país, visitando Jerusalém e indo a Belém falar com a Autoridade Palestina.
No primeiro discurso, lembrou que o Estado judeu é “uma terra rica em história” e que “construiu uma das grandes civilizações do mundo, uma nação próspera”. Reforçou que ama o país e que sua visita tem como objetivo “reafirmar o laço inquebrantável entre EUA e o Estado de Israel”. Aproveitou para fazer uma referência ao Holocausto, assumindo um compromisso para que nunca se repita “o horror do último século”.
O bilionário tem judeus em sua família – a filha Ivanka de converter após casar com Jared Kushner –  e reforçou sua esperança de que, “no futuro, os moradores da região viverão em paz”, e as crianças poderão “crescer livres do terrorismo e da violência”. “Amamos Israel, respeitamos Israel. Estamos com vocês”, encerrou.
Trump fez uma visita histórica ao Muro das Lamentações, local mais sagrado do judaísmo, onde colocou pedidos de oração entre as pedras, um gesto de reverência ao local que as Nações Unidas tentam retirar do controle de Israel, alegando ser um lugar santo do islamismo.

Mencionando sua visita à Arábia Saudita no domingo, Trump afirma que lá encontrou “novos motivos para a paz” e fez alianças para a luta “contra o terrorismo e a ideologia do mal” entre os líderes do mundo árabe e muçulmano.
A visita do presidente dos Estados Unidos Donald Trump a Israel na próxima semana poderá trazer grandes mudanças para o país, e afetar as negociações de paz entre israelenses e palestinos.
O novo embaixador dos EUA David Friedman, assumiu o posto essa semana e sua primeira ação pública visitar o Muro das Lamentações. Ele já declarou ser favorável à decisão de seu país mudar a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém. Jurista de formação, Friedman é conhecido por suas posições conservadoras em defesa de Israel.
O secretário de Estado Rex Tillerson afirmou que Trump ainda está avaliando se transferir a embaixada para Jerusalém “ajuda ou atrapalha” o processo de paz. Os israelenses obviamente responderam que ajuda, mas para os palestinos isso seria uma afronta.
Esse é um dos muitos sinais de que a passagem de Trump pelo país poderá ter grandes consequências. Antes mesmo do início da viagem, ele avisou que buscará “unir povos de todas as religiões”.
Outro fato que chamou atenção foi a declaração de um membro sênior da comitiva que prepara a visita de Trump a Israel junto com as autoridades locais. Ele afirmou aos agentes de segurança israelenses: “o Muro das Lamentações não é seu território, pois é parte da Cisjordânia, reservada aos palestinos pelas Nações Unidas”.
Essa fala repercutiu fortemente na mídia israelense e comprovou que Trump visitará o Monte do Templo, local que está no centro da disputa entre Israel e a Palestina.
A reação da Casa Branca ao incidente mostra claramente a postura dos EUA. O governo emitiu uma retratação: “Esses comentários sobre o Muro das Lamentações não foram uma comunicação autorizada e não representam a posição dos Estados Unidos e certamente não a do presidente”, divulgou o Times of Israel.
Foi feito um pedido que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu acompanhe Trump nessa visita, mas a delegação norte-americana rejeitou a solicitação, alegando que seria algo “privado”. Se confirmado será algo histórico: a primeira visita de um presidente norte-americano ao local mais sagrado para os judeus. Outros presidentes já estiveram no local, mas não quando estavam no exercício do cargo.
A Waqf, autoridade islâmica que tem o controle do monte proíbe que judeus e cristãos façam orações no local.
Jesus está voltando! Rosa Dias
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